Para conferir aparência de legalidade ao esquema e conquistar a confiança das vítimas, os investigados teriam criado uma empresa de fachada registrada na Junta Comercial do Estado do Piauí sob a denominação XTREME TRADE.
A Polícia Civil estima que mais de 300 pessoas tenham sido vítimas do golpe, principalmente nos estados do Piauí e Maranhão.
As apurações apontam ainda que, ao longo de aproximadamente dois anos e meio de atuação, a empresa e seu sócio-administrador movimentaram mais de R$ 440 milhões em operações financeiras, considerando créditos e débitos.
A Operação Extrema Confiança continua em andamento. O trabalho policial busca aprofundar as investigações, identificar outros possíveis integrantes da organização criminosa e responsabilizar todos os envolvidos no esquema.


A Polícia Civil do Maranhão participou, nesta quarta-feira, da segunda fase da Operação Extrema Confiança, ação coordenada pela Delegacia-Geral da Polícia Civil do Piauí com apoio do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPPI).


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