A Polícia Militar do Maranhão divulgou novas informações sobre a morte de Adriana Ribeiro Pacheco, de 31 anos, encontrada morta… [ … ]
1 de setembro de 2026
A Polícia Militar do Maranhão divulgou novas informações sobre a morte de Adriana Ribeiro Pacheco, de 31 anos, encontrada morta na manhã de ontem no povoado Estrela, zona rural do município de Viana, na Baixada Maranhense. O caso é investigado como feminicídio e chocou a população da região.
De acordo com o registro de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 7h30 para verificar uma denúncia de possível feminicídio na localidade. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Adriana já sem vida, apresentando lesões na região do rosto.
Os primeiros levantamentos realizados no local apontam que a vítima estava parcialmente despida e com indícios de possível violência sexual. A confirmação ou descarte dessa hipótese dependem dos procedimentos periciais e das investigações conduzidas pela Polícia Civil.
Principal suspeito e relato de testemunhas
Familiares relataram à polícia que o principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, que residiria no bairro Vila Zizi, também em Viana. Segundo as informações colhidas no local, Adriana e o suspeito mantinham um relacionamento há cerca de três meses.
Um dos detalhes centrais para a investigação veio do depoimento de familiares: uma criança, filha da vítima, teria presenciado parte do ocorrido e relatado que o acusado matou a mãe utilizando um cabo de vassoura.
Até o encerramento do registro da ocorrência, a motivação do crime não havia sido esclarecida, e os familiares não souberam apontar outras circunstâncias que pudessem explicar o ataque.
Andamento das investigações
Após o atendimento inicial da Polícia Militar, equipes da Polícia Civil e da Força Tática estiveram no povoado Estrela para dar prosseguimento às diligências. As autoridades trabalham para apurar a dinâmica do crime, a motivação e a eventual participação do suspeito.
Até a última atualização das informações, não havia confirmação sobre a localização ou prisão de Romário, apontado nas informações preliminares como suspeito. A polícia ressalta que a identificação inicial não confirma por si só a autoria do crime, que deverá ser estabelecida ao longo do processo investigativo e mediante os procedimentos legais.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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